ADI reage à Rejeição do Presidente da República ao indicado do partido para chefiar o Governo

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O ADI, Acção Democrática Independente, enviou ao princípio da tarde ao Presidente da República, Carlos Vila Nova, os nomes de Celmira Sacramento, actual presidente da Assembleia Nacional, Ilza Amado Vaz, actual ministra da Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos, e Ângela Costa, actual ministra da Saúde e Direitos da Mulher, para o cargo de primeiro-ministro, depois da rejeição hoje do nome de Hélio D’Almeida, enviado ontem à Presidência da República. Os nomes constam da carta do ADI, assinada por seu presidente, Patrice Trovoada, primeiro-ministro demissionário na segunda-feira, face à rejeição do nome de Hélio D’Almeida.
A revelação foi feita pelo secretário-geral do partido ADI, Elísio Teixeira em conferência de imprensa dada aos órgãos de comunicação social.
Elísio Teixeira justifica o que levou o ADI a tomar esta decisão.
“Na sequência da crise política que se instalou na segunda-feira, com a demissão do oitavo governo, e a necessidade do partido ADI indicar a outra figura para o cargo de primeiro-ministro e chefe do governo, indicamos ontem, terça-feira, 08 de janeiro de 2025, o companheiro Hélio da Silva Almeida, mas soubemos na manhã de hoje, foi rejeitado pelo presidente da república, com fundamento de que não acolhe a sua sensibilidade. Face a isso, nós decidimos propor ao presidente da república três outros nomes, dentre eles serem indigitados para ocupar a função do primeiro-ministro e chefe do governo”.
Elísio Teixeira diz que a escolha dos nomes femininos vem no âmbito da política de empoderamento das mulheres dentro do partido ADI. “ADI tem primado pelo princípio do empoderamento das mulheres, então nós estamos a dar a primazia as mulheres, pese embora nós temos outros senhores no partido que podem assumir essas funções, mais também porque são pessoas que já vêm de funções com algumas experiências, são militantes do ADI que conhecem e podem continuar o processo de governação”. Embora nós não podemos adivinhar o que vai na cabeça do presidente da república, então estamos a espera do seu posicionamento para saber os passos que devemos dar a seguir”, rematou Elísio Teixeira.
“Nós entendemos que a legitimidade de qualquer governo emana das urnas, o ADI, neste momento é o partido com a maioria absoluta, e numa situação inusitada de um partido com a maioria absoluta ser demitido, nós entendemos que o fundamento não tem suporte jurídico e constitucional, mas aceitamos”. Referiu o secretário-geral do ADI, quando dizia que “é de todo interesse do ADI que o país se mantenha calmo, e que as instituições funcionem, razão pela qual o ADI primou em enviar outros nomes ao presidente da república pese embora, nós não concordamos com a lógica do presidente fazer a escolha dentro do partido”.
Dos nomes avançados, Elísio Teixeira diz que não é o presidente da república que decide quem o ADI deve ou não avançar. “Nós não entendemos, porque não cabe o presidente da república escolher ou indicar pessoas dentro do partido que tem uma maioria absoluta e legitima vinda das últimas eleições, mais para que não tenhamos no país, a situação de instabilidade e de tranquilidade social, então estamos à procura das melhores soluções possíveis para o bem do país”.

Cultura | Moda | Desporto | Música I Gastronomia | Informações de São Tomé e Príncipe é aqui na Zunta TV – Televisão Independente
𝐉𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐥𝐢𝐠𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬
©𝐙𝐮𝐧𝐭𝐚 𝐓𝐕 𝟐𝐤𝟐4

O ADI, Acção Democrática Independente, enviou ao princípio da tarde ao Presidente da República, Carlos Vila Nova, os nomes de Celmira Sacramento, actual presidente da Assembleia Nacional, Ilza Amado Vaz, actual ministra da Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos, e Ângela Costa, actual ministra da Saúde e Direitos da Mulher, para o cargo de primeiro-ministro, depois da rejeição hoje do nome de Hélio D’Almeida, enviado ontem à Presidência da República. Os nomes constam da carta do ADI, assinada por seu presidente, Patrice Trovoada, primeiro-ministro demissionário na segunda-feira, face à rejeição do nome de Hélio D’Almeida.
A revelação foi feita pelo secretário-geral do partido ADI, Elísio Teixeira em conferência de imprensa dada aos órgãos de comunicação social.
Elísio Teixeira justifica o que levou o ADI a tomar esta decisão.
“Na sequência da crise política que se instalou na segunda-feira, com a demissão do oitavo governo, e a necessidade do partido ADI indicar a outra figura para o cargo de primeiro-ministro e chefe do governo, indicamos ontem, terça-feira, 08 de janeiro de 2025, o companheiro Hélio da Silva Almeida, mas soubemos na manhã de hoje, foi rejeitado pelo presidente da república, com fundamento de que não acolhe a sua sensibilidade. Face a isso, nós decidimos propor ao presidente da república três outros nomes, dentre eles serem indigitados para ocupar a função do primeiro-ministro e chefe do governo”.
Elísio Teixeira diz que a escolha dos nomes femininos vem no âmbito da política de empoderamento das mulheres dentro do partido ADI. “ADI tem primado pelo princípio do empoderamento das mulheres, então nós estamos a dar a primazia as mulheres, pese embora nós temos outros senhores no partido que podem assumir essas funções, mais também porque são pessoas que já vêm de funções com algumas experiências, são militantes do ADI que conhecem e podem continuar o processo de governação”. Embora nós não podemos adivinhar o que vai na cabeça do presidente da república, então estamos a espera do seu posicionamento para saber os passos que devemos dar a seguir”, rematou Elísio Teixeira.
“Nós entendemos que a legitimidade de qualquer governo emana das urnas, o ADI, neste momento é o partido com a maioria absoluta, e numa situação inusitada de um partido com a maioria absoluta ser demitido, nós entendemos que o fundamento não tem suporte jurídico e constitucional, mas aceitamos”. Referiu o secretário-geral do ADI, quando dizia que “é de todo interesse do ADI que o país se mantenha calmo, e que as instituições funcionem, razão pela qual o ADI primou em enviar outros nomes ao presidente da república pese embora, nós não concordamos com a lógica do presidente fazer a escolha dentro do partido”.
Dos nomes avançados, Elísio Teixeira diz que não é o presidente da república que decide quem o ADI deve ou não avançar. “Nós não entendemos, porque não cabe o presidente da república escolher ou indicar pessoas dentro do partido que tem uma maioria absoluta e legitima vinda das últimas eleições, mais para que não tenhamos no país, a situação de instabilidade e de tranquilidade social, então estamos à procura das melhores soluções possíveis para o bem do país”.

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©𝐙𝐮𝐧𝐭𝐚 𝐓𝐕 𝟐𝐤𝟐4

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